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Sonhei que chegavas, ofegante e náufrago, ainda enleado na capa das nossas virtudes. Levantava-me para te abraçar, porque te quero assim mesmo, frágil, cheio de incertezas e máculas. [E mais me compele a tanto querer-te o tanto que te devo pelo acaso que sou.]...

Disse sempre que não sabia porque tinha ido parar à Tuna Académica de Lisboa. Continuo a não saber. Tinha ouvido falar na Voz D’Operário vezes sem conta e não fazia ideia sequer de que era uma escola. Muito menos de que era uma casa para tanta...